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Recuperação Judicial, Stay Period e Garantia Fiduciária: a Necessária Limitação da Competência do Juízo Recuperacional
A busca pelo reconhecimento da essencialidade dos bens vinculados à atividade das empresas em recuperação judicial tornou-se medida recorrente nos processos de soerguimento, sendo, não raras vezes, acolhida sem a observância de critérios técnicos e rigorosos. Contudo, a ampliação indiscriminada dessa proteção em favor da Recuperanda vem provocando grave desequilíbrio nas relações jurídicas, atingindo de forma especialmente sensível os credores financeiros, diante do progressi
Fernando Rodrigues
21 de mai.4 min de leitura


Blindagem patrimonial tem limite
O caminho jurídico para responsabilizar empresas do mesmo grupo econômico Imagine o seguinte cenário: uma securitizadora adquire uma carteira de recebíveis de uma empresa que, na prática, integra um grupo econômico consolidado. O cedente enfrenta dificuldades financeiras, e logo os credores iniciam execuções. A empresa devedora não tem bens. A execução trava, mas o grupo do qual ela faz parte prospera — com outras empresas operando, faturando e acumulando patrimônio. A pe
Julia Dill
17 de mai.9 min de leitura


Devedor sem saída: o bloqueio do PIX como ferramenta de coerção.
A dificuldade na localização de bens em nome do devedor representa um dos gargalos mais críticos à efetividade das execuções. Na prática forense, é comum que os processos se estendam indefinidamente, gerando um déficit de justiça mesmo diante de claros indícios de solvabilidade e patrimônio oculto por parte dos executados. Diante dessa conjuntura, o Judiciário tem admitido medidas atípicas mais rigorosas. Recentemente, a 8ª Vara Cível de São Bernardo do Campo/SP[1] proferiu d
Eduarda Marcon
10 de mai.4 min de leitura
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